Transtorno do Espectro Autista foi tema do I Simpósio de Educação Especial realizado em Imperatriz
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Transtorno do Espectro Autista foi tema do I Simpósio de Educação Especial realizado em Imperatriz

Publicado em: 07/12/2017

IMPERATRIZ - O I Simpósio de Educação Especial e Inclusiva foi realizado durante os dias 4 e 5 de dezembro, no auditório da Universidade Federal do Maranhão, câmpus de Imperatriz. O evento foi organizado pela professora Flaviana de Oliveira Carvalho, pelos estudantes do 6º período de Pedagogia que cursam a disciplina Educação Especial e pelo Centro Acadêmico de Pedagogia Paulo Freire.

“Transtorno do Espectro Autista (TEA): diálogos Multidisciplinares” foi o tema geral do evento, e, durante a programação, foram debatidas questões acerca da temática que visa promover uma reflexão sobre o assunto. No primeiro dia, a professora Yara Lira Reginatto relatou sobre um estudo de caso envolvendo a questão do TEA, abordando os desafios e as possibilidades.

Já psicóloga Kiria Karine Ribeiro palestrou sobre a inclusão e diversidade na educação. Ela falou sobre a diferença entre integração e inclusão. “Quem é da educação especial sabe que inclusão e integração são conceitos diferentes. Na integração, você coloca a pessoa com necessidade especial inserida no contexto educacional. Na inclusão, não é só inserir o sujeito no contexto, mas é possibilitar, por todos os suportes teóricos e metodológicos, que esse sujeito tenha acesso ao conhecimento produzido pela humanidade”, explicou.

No último dia de programação, a professora Fany Valentim abordou sobre as perspectivas psicopedagógicas para o TEA, e a professora Paula Regina Dias levantou questões sobre os direitos que um autista possui, embasada na Lei N. 13.146/15.

A professora Flaviana Oliveira, mediadora da mesa, reforçou sobre a importância de discutir sobre o autismo no século XXI. Ela ressaltou que falar, debater, questionar e refletir sobre esse tema é fundamental para facilitar a identificação de casos com TEA, numa esfera educacional, em que esse público tem se inserido em maior número. “Com base nas políticas de inclusão, o público com TEA tem sido inserido em maior número na educação básica e, aos poucos, tem chegado à universidade, de forma que tenhamos condições de acolher, dialogar e encontrar melhores estratégias pedagógicas para que, de fato, sua inclusão seja possível”, refletiu.

 


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Revisão: Jáder Cavalcante

Lugar: Câmpus de Imperatriz
Fonte: Gessiela Nascimento
Última alteração em: 07/12/2017 19:01

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