Em "Neopalafitas", artista visual Ribaxé apresenta mostra sobre as palafitas ludovicenses
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Em "Neopalafitas", artista visual Ribaxé apresenta mostra sobre as palafitas ludovicenses

Publicado em: 23/08/2018

SÃO LUÍS - Mais uma exposição contemplada pelo edital de ocupação da Galeria Antônio Almeida, do Palacete Gentil Braga, na Rua Grande, será inaugurada neste ano. A mostra “Neopalafitas: Um Olhar Sobre o Vernacular”, do designer e artista visual José de Ribamar Matos Junior “Ribaxé”, será aberta na próxima quinta-feira, 30, às 19h, e ficará aberta até 28 de setembro, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Escolas e grupos que desejarem fazer visitas monitoradas à exposição poderão agendar pelos telefones (98) 3272-9360 e (98) 3272-9362 ou pelo site www.cultura.ufma.br. Com 20 pinturas produzidas em formatos diferentes, inspiradas e fundamentadas nas palafitas da ilha de São Luís, a exposição é uma realização da Universidade Federal do Maranhão, por meio do Departamento de Assuntos Culturais da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Empreendedorismo, com apoio da Fundação Sousândrade, TV UFMA e Universidade FM.

Neoplasticismo influente e presente em suas pinturas

Em “Neopalafitas”, o autor apresenta uma proposta de interpretação conceitual, visual e gráfica para fins de elaboração de pinturas sobre papelão, couro e telas. “Utilizo técnicas de pinturas mistas e o assemblage, com uso e aplicações de referências físicas e materiais, acerca de uma temática sobre as palafitas da cidade de São Luís do Maranhão. A exposição está inspirada, associada e aplicada de forma conceitual aos estilos dos pintores do neoplasticismo, estilo neoplástico e neoplasticista”, afirmou Ribaxé.

Entre os autores referenciais para a mostra, estão Piet Mondrian, Theo van Doesburg e Wassily Kandinsky. “Não sigo o rigor estético e filosófico desses autores, e, sim, na demonstração e valorização da estética arquitetônica vernacular dessas construções sobre palafitas, como representações visuais, geométricas, abstratas e coloridas, em contrapartida à forma de representação da estética de miséria e pobreza sempre associadas a elas, construídas com e sobre paus extraídos de mangues, lixos e entulho”, explicou o artista.



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Revisão: Jáder Cavalcante

Lugar: Cidade Universitária Dom Delgado
Texto: Paulo Washington/DAC UFMA
Última alteração em: 23/08/2018 14:23

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